81-GRAFOTERAPIA
                                                                                  
 
Estudos realizados em Nova Iorque e Dakota do Norte, nos Estados Unidos, revelam que pacientes portadoress de desordens físicas podem sarar ou melhorar muito com uma terapêutica muito simples: escrever. A grafoterapia fica sendo assim um processo de cura constiuído pelo fato de o paciente escrever, de próprio punho, durante vinte minutos e por três dias seguidos. Além da duração e do número de dias de exercício, outro requisito é que a escrita verse sòmente sôbre fatos traumáticos ou desagradáveis de sua existência.
 
Temos a grafotécnica (exame grafotécnico), que é uma perícia judicial para comprovar autenticidade de documentos escritos, muito usada nos meios forenses. A perícia faz conclusões baseadas na constância de transmissão de características estáveis do cérebro de determinado indivíduo para o papel (documento), através da escrita.
 
A grafologia é outra aplicação da escrita que tem um real potencial diagnóstico de traços da personalidade e até de certas doenças psíquicas.
 
Agora vemos, com satisfação, que a escrita, a letra de uma pessoa pode elucidar possíveis fraudes, fazer diagnóstico psicológico e também, curar.
 
Na verdade, quando a pessoa relata de viva voz sua problemática, faz o que se chama catarse que é o processo de se "abrir" de "pôr pra fora" toda questão que incomoda o espírito do paciente.
 
Na grafoterapia ocorre a mesma coisa só que o paciente expões seus problemas sôbre o papel através da escrita; na exposição a viva voz trata-se da catarse oral e, na escrita, a catarse é manuscrita.
 
De fato, a catarse tem sido uma faceta muitíssimo explorada pelos psicoterapeutas desde Freud, revelando-se através de tôdo êsse tempo atá agora um valioso agente de cura psíquica e corporal.
  
 
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